Sou mesmo estranha, doida, maluca, feliz, esquisita, diferente, legal, e retardada quase sempre. Você vai até poder me julgar, me xingar, fazer coisas ruins comigo, ou só falar mal. Sabe o que eu vou dizer? “Ídái? Tem gente que me ama assim e é isso que importa.”
Sou expert em dormir, comer e reclamar. Sou a rainha da ironia, da frieza e da brutalidade. Domino a arte de não fazer absolutamente nada. Sou tão desastrada que caio até em superfícies planas e ainda assisto desenhos infantis. Mas quer saber? É meu jeito de ser, e não mudo por ninguém. Prefiro ser taxada de “estranha” do que de “normal”.
Pra que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos!?